Eis a destruição de uma classe, a mais importante, a que produz e não especula.
Mas ninguém parece fazer parte dessa classe, ao menos é o que percebo diante dos argumentos expostos.
Talvez ainda possamos compreender que os interesses de alguns não devem penalizar a todos, e que não se deve aceitar, sem questionamento, as soluções apresentadas e aprovadas.
A abstração do momento atual deve ser imaginada como uma história a ser contada no futuro. E, nela, quantos cegos existirão?
A luta foi trocada pela aceitação,
e o cárcere de alguns não será o tratamento para nossas dores.

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