sábado, 15 de outubro de 2016

Agora é sério

Desculpe, mas a maioria não entende o que está acontecendo.
O Lula roubou o país, e agora o Temer vai consertar?

Com uma série de medidas equivocadas, como a PEC 241, que em seu texto diz que os gastos do Brasil serão limitados aos gastos do ano anterior somados ao IPCA. A lei permite apenas a modificação da destinação dos valores, não da regra em si, e só pode ser alterada por outra votação.

SÃO VINTE ANOS
REPITO
SÃO VINTE ANOS

Os cortes servem, antes de tudo, para que o Brasil seja capaz de pagar suas dívidas. A intenção é satisfazer o mercado e criar condições para uma possível retomada do crescimento.
Essa mudança afetará diretamente todos os que precisam do Estado e beneficiará aqueles que lucram com as dívidas públicas.

A Câmara, em nome de uma guerra eleitoral, formou uma união pela destruição do Brasil.
O subpreço praticado na PETROBRAS, revelado pelas investigações, mergulhou o país no colapso financeiro.
A PETROBRAS era uma das dez maiores empresas do mundo, valendo meio trilhão em ações.
Sua queda, somada às investigações contra outras grandes empresas brasileiras interligadas, paralisou o poder de crescimento do país.
Essas empresas sustentavam o Brasil.
É tão impressionante que a PETROBRAS já voltou a crescer e hoje é a segunda maior empresa do país.
Mas o emprego, esse não voltou junto.

Aí me perguntam:
VOCÊ É A FAVOR DA CORRUPÇÃO?
Eu respondo: jamais.

No entanto, destruir uma nação não pode ser a justificativa para uma melhora que nunca chega.
Por isso afirmei que foi um tiro no pé.
E agora, sacrificar o povo com medidas impostas pela PEC 241 é como mirar na própria testa.

Crescer exige investimento, não cortes.
Exige coragem, não punição.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A paz que procura.

Tornar-se verdadeiro é viver baseado na dúvida.
É tentar, dizendo o que se acha, sem acreditar em nada por completo.
Isso me traz tristeza ao ver tanta falsidade,
mas também alegria por não estar preso aos motivos que apenas me favorecem.

"Está destruindo a própria vida", argumentaria aquele que não busca a paz,
mas a destruição da própria vida é o suicídio.
E essa chance eu não vou dar a ninguém, nem mesmo a mim.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Do silêncio ao grito.

Preservar meu silêncio, mesmo com a vontade de gritar.
Acreditar em algo melhor, mesmo vendo tudo se arruinar.
Fazer pelo bem, sem buscar vantagem.
Pensar que posso fazer diferente e, ainda assim, saber que a mudança nem sempre é a direção certa.
Mudar sem medo de ser triste, porque na felicidade todos querem viver.

Entre a preservação e a mudança mora a satisfação,
e somos prisioneiros de sua antítese.
A satisfação foge a cada segundo em que parece ser alcançada,
pois o nascer de um grito é também a vista de uma prisão eterna.

Esperar deixa de ser escolha, torna-se necessidade.
Rebelar é o que nos resta.
E o grito, a nossa arma.